terça-feira, dezembro 13, 2011

Relações Interpessoais

O Brasil é o país da diversidade. São raças, religiões, opiniões, classes sociais distintas. Então é extremamente complicado conviver com pessoas que divergem de suas opiniões, mas não podemos julgá-las, e sim respeitá-las. Esse respeito é extremamente importante para que haja continuidade e harmonia num diálogo. Relação interpessoal é algo que ocorre em todo e qualquer lugar onde haja pessoas. A palavra relação interpessoal já nos dá uma dica para explicar o que é. Relacionamento é o conhecimento das relações internas entre si próprio, ou com seu Eu interior. Essas relações ocorrem em inúmeros locais, praias, shoppings centers, colégio, trabalho, família e etc. Para vivermos em harmonia na sociedade precisamos seguir e respeitar alguns preceitos, algumas regras para que não haja desordem por parte desses membros da mesma.

Carlos Rocha

relações interpessoais


 Nós estamos a todo o momento praticando relações interpessoais, pois, temos que conviver constantemente sociedade.  A produção da nossa atividade foi muito útil para o nosso cotidiano, ele nos deu a oportunidade de ter um conhecimento mais amplo sobre este assunto, Conviver em sociedade é essencial para todos. A nossa atividade consistia em criar um blog, cujo assunto fosse convivência em sociedade, a sala foi dividida em divulgação, pesquisa de opinião, layout, etc.
 Bom, o resultado foi esse, PODE CONFERIR!!!

segunda-feira, dezembro 12, 2011

As relações interpessoais e as Revoluções no Mundo.

Os protestos no mundo árabe em 2010-2011, também conhecido como a Primavera Árabe, uma onda revolucionária de manifestações e protestos que vêm ocorrendo no Oriente Médio e no Norte da África desde 18 de dezembro de 2010. Até a data, tem havido revoluções na Tunísia e no Egito, uma guerra civil na Líbia; grandes protestos na Argélia, Bahrein, Djibuti, Iraque, Jordânia, Síria, Omã e Iêmen protestos menores no Kuwait, Líbano, Mauritânia, Marrocos, Arábia Saudita, Sudão e Saara Ocidental. Os protestos têm compartilhado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas envolvendo greves, manifestações, passeatas e comícios, bem como o uso das mídias sociais, como Facebook, Twitter e Youtube, para organizar, comunicar e sensibilizar a população e a comunidade internacional em face de tentativas de repressão e censura na Internet por partes dos Estados.

Estas revoluções não puderam ocorrer antes, pois, até a Guerra Fria, os países árabes submetiam seus interesses nacionais aos do capitalismo estadunidense e do comunismo russo. Com poucas exceções, até a Guerra Fria, maiores liberdades políticas não eram permitidas nesses países. Diferentemente da atualidade, a coincidência com o amplo processo da globalização, que difundiu as idéias do Ocidente e que, no final da primeira década do terceiro milênio, terminaram tendo grande presença as redes sociais, que em 2008 se impuseram na internet. Esta, por sua vez, se fez presente na década de 2000, devido aos planos de desenvolvimento da União Européia. A maioria dos protestantes é jovem (não em vão, os protestos no Egito receberam o nome “Revolução da Juventude”), com acesso a Internet e, ao contrário das gerações antecessoras, possuem estudos básicos e, até mesmo, graduação superior. O mais curioso dos eventos com início na Tunísia foi sua rápida difusão por outras partes do mundo árabe

Sendo assim, conclui-se que através da troca de idéias entre os manifestantes é que foi possível que o movimento ganhasse a amplitude que ganhou, a influencia de um manifesto que não ocorreu de forma desorganizada, onde as informações circularam rapidamente e seus revoltosos possuem um nível básico de estudos, chegando até graduação superior.

Importância da Educação Física escolar

Todos nós sabemos da importância de fazer uma atividade física e de se manter ativo. Mas isto deve ser trabalhado já na infância, aliando a educação física à educação moral e intelectual, formando o indivíduo como um todo.

Infelizmente muitos professores ainda desperdiçam o tempo da aula, dando uma bola aos alunos para que eles joguem futebol, vôlei, enfim, ou o que acharem melhor. Há muitos profissionais que não se preocupam em motivar os alunos. Não planejam as aulas e não tem um objetivo ou finalidade pré-determinada da aula. A educação física não se resume a correr, brincar, jogar bola, fazer ginástica... A educação física deve sim, integrar o aluno na cultura corporal de movimento, mas de uma forma completa, transmitir conhecimentos sobre a saúde, sobre várias modalidades do mundo dos esportes e do fitness, adaptando o conteúdo das aulas à individualidade de cada aluno e a fase de desenvolvimento em que estes se encontram. É uma oportunidade de desenvolver as potencialidades de cada um, mas nunca de forma seletiva e sim, incluindo todos os alunos no programa. Os alunos não devem acreditar que a aula de educação física é apenas uma hora de lazer ou recreação, mas que é uma aula como as outras, cheia de conhecimentos que poderão trazer muitos benefícios se inseridos no cotidiano. Mas, para que estes benefícios sejam notados é essencial manter uma regularidade nas atividades e desta forma, a meu ver, a aula de educação física deveria ocorrer pelo menos 3x por semana. As aulas devem ser dinâmicas, estimulantes e interessantes. Os conteúdos precisam ter uma complexidade crescente a cada série acompanhando o desenvolvimento motor e cognitivo do aluno. Precisa existir uma relação teórica-prática na metodologia de ensino.

Preconceito



Um pouco de intimidade

As relações íntimas são um tipo particular de interacção social que apresenta características próprias. O seu significado varia de relacionamento para relacionamento e dentro de um mesmo relacionamento ao longo do tempo. A intimidade e os relacionamentos saudáveis andam de mãos dadas. Certamente a intimidade é um ingrediente básico em qualquer relacionamento com algum significado: a base da amizade e uma das fundações do amor.
A intimidade tem uma dimensão relacional e uma dimensão pessoal . A dimensão pessoal está ligada à personalidade das pessoas, à sua história pessoal e ao contexto de vida em que se encontra.
A intimidade implica comunicação, essencialmente directa que pode ser verbal ou não verbal. As comunicações verbais dos pensamentos e emoções é um elemento fundamental da interacção íntima. É através da conversa que partilhamos com o outro as nossas emoções, sentimentos e pensamentos mais íntimos e confidências.
As interacções não verbais relacionam-se com a proximidade física, carícias, o toque, apoiar-se no corpo do outro, a forma como se sorri, como se olha o outro, etc. Por vezes, este tipo de interacções manifestam-se de forma mais verdadeira os nossos sentimentos e emoções.
Quando falamos de intimidade é importante ter em conta o contexto social, ou seja, a forma como as relações íntimas se exprimem e se exercitam varia com o espaço e o tempo. Acções consideradas agora vulgares podem não o ter sido à 50 ou 100 anos atrás.
A intimidade pressupõe, então, uma relação mutual, de estabilidade e confiança, onde prevalece o diálogo e uma partilha de emoções, ideias, sentimentos. Num casal toda esta intimidade é mais intensa, mais frequente e mais duradoura.
Apesar de existirem várias expressões de intimidade, as duas mais importantes e estudadas são a amizade e o amor .

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Para Refletir ...

Um antigo psiquiatra, já falecido, não se cansava de dizer que a maior causa de aborrecimentos do ser humano é outro ser humano.Muito embora dissesse também, que a maior causa de alívio desses aborrecimentos é outro ser humano. Interessa aqui falar um pouco da primeira parte dessa questão, da má influência de nosso próximo em nosso estado de espírito.
Se a colocação for verdadeira, e parece que é, então para o bem-viver emocional devemos aperfeiçoar nossa capacidade de convivência com nosso semelhante.
Ao falar sobre a capacidade de nossos semelhantes em nos aborrecer estamos falando das frustrações, mágoas e irritação de que nossos semelhantes podem produzir em nós. Podemos dizer que nossas frustrações, mágoas e irritabilidade, são proporcionais àquilo que esperamos dos outros; quanto mais esperamos, mais sofremos.
Portanto, é bom fazermos tudo aquilo que fazemos sem esperarmos nada em troca, fazemos por uma questão de consciência.
Se algo de bom vier de nossos semelhantes será um lucro agradável e, se não vier nada, será normal.

A importância de um bom relacionamento interpessoal para o sucesso dos negócios

Já foi comprovado por vários estudos e pesquisas que o trabalho em equipe é uma das principais características das atuais gestões, e para isso é preciso investir nas relações humanas.
A partir daí defendo a tese de que a valorização das pessoas que estão inseridas na organização dá-se quando sua administração consegue gerar e manter a motivação no ambiente de trabalho desenvolvendo a habilidade da comunicação e a auto estima, isto porque qualquer organização é composta de pessoas e ainda que pareça óbvio ou simplista o relacionamento interpessoal e social é permeado pela diversidade dos seres humanos com suas características individuais cada qual com com seus sentimentos, desejos e receios.

Esta valorização deve ser praticada pelos líderes, independente do seu cargo dentro da organização, pois líderes são aqueles que conseguem influenciar equipes através do seu estilo de atuação, obtendo não só um bom desempenho mas também o comprometimento.

A valorização em questão pode acontecer facilmente com a realização de reuniões, com a pratica do saber ouvir e compartilhar idéias, com a transparência no estabelecimento de metas e acompanhamento das mesmas.

Os principais conflitos surgem quando uma equipe é composta por pessoas que possuem estilos e necessidades diferentes, ai sim o líder tem que ter habilidade para conhecer individualmente quem faz parte deste grupo e proporcionar conversas e estímulos individuais, a fim de obter um bom resultado final.

Temos que levar em consideração também as variáveis da própria organização, em que estão inclusos o clima, a cultura e normas da empresa.

Mas sobretudo a solidariedade quando exercida pelo alto nível da Direção influenciará positivamente na produtividade dos grupos refletindo no bom relacionamento interpessoal.

Havendo dificuldade seja por parte do líder ou do liderado, nada como a observação atenta do convívio social e as experiências compartilhadas dentro da empresa para indicarem a necessidade de melhorar as relações internas da organização.

◊ Seguem algumas dicas:

• Saber ouvir, ou seja, receber a mensagem e interpretá-la adequadamente. E o mais importante: ouvir sem preconceito o outro e não ouvir apenas o que se quer ouvir.
• Saber transmitir, falar, sinalizar a mensagem para que ela seja adequadamente. Interpretada por quem a receba.
• Saber a hora certa de elogiar, dar um feed back construtivo e avaliar a performance individual e grupal.
• Estar disponível para desenvolver pontos fracos e fortalecer os pontos fortes estimulando-a ao crescimento.

O trabalho do administrador-líder é, mais do que nunca, uma prática social, uma capacidade de viver juntos e em harmonia e cooperação com todos os atuantes da empresa.

TEXTO de Maria Paula Bartolozzi Astrauskas. Ela é psicóloga, pós-graduada em Administração e consultora de Recursos Humanos da empresa Siegen.

Os dez mandamentos da convivência em grupo

Aceitar a cada um como é, com suas qualidades e defeitos;
Preocupar-se com o crescimento e a realização do outro;
Alegrar-se com o sucesso do outro;
Valorizar o outro pelo que ele é, e não pelo que ele tem;
Ser instrumento de união, de fraternidade, de solidariedade e de partilha;
Estimular e felicitar ao outro por suas qualidades e realizações;
Perdoar sempre, fazendo uma opção firme pela justiça e pela compreensão;
Corrigir com delicadeza o erro do outro;
Promover os mais humildes, pobres e desvalorizados do grupo;
Orar por todos e cada um dos irmãos, falando sobre eles com o Pai Celestial.

A convivência humana

Hoje no mundo em que vivemos a convivência tem que ser bem grande ainda mais dos jovens. Os jovens de hoje tem uma forma boa de se expressar com as suas gírias e o seu jeito de se vestir um exemplos de novos grupos é os surfista, skatista entre outros.

Interação social
O passo mais importante da interação social é saber como conviver com outras pessoas e sabendo respeitar a opinião e seu jeito de ser e o que a pessoa é.

Amor e ódio, define relação entre irmãos

Alguns irmãos se dão extremamente bem, outros não muito. Para a criança, o irmão normalmente é o primeiro amigo, o primeiro rival, o primeiro competidor. E as competições iniciam, até mesmo pela atenção dos pais. Muitas famílias são marcadas por conflitos de irmãos que não se falam. Ou porque um deles se sentia preferido pelos pais, ou até por razões de herança, reforçando um modelo de competição que gera famílias problemáticas.
"Há filhos que se sentem forçados a suportar os irmãos", disse Judy Dunn, professora de psicologia do desenvolvimento do King's College, de Londres, e uma das mais renomadas especialistas no relacionamento entre irmãos. "Trata-se de um relacionamento completamente desinibido. Se você se irrita com um irmão, puxa logo o cabelo dele ou diz exatamente aquilo que sabe que servirá para irritá-lo mais".

Pesquisas comprovam...

Em estudo que acompanha pares de irmãos do nascimento ao segundo grau, Kramer constatou que a inserção social de uma criança em um grupo de amigos antes que ela venha a ter um irmão pode determinar a criação de um relacionamento mais construtivo.
Com base nessa pesquisa, Kramer desenvolveu um sistema de intervenção cujo objetivo é reduzir os conflitos entre irmãos na faixa etária dos quatro aos oito anos. As crianças que passam pelo programa brincam juntas com menos problemas e se envolvem em interações mais positivas, diz ela.

Em um dos exercícios, os irmãos em conflito recebem cada qual um par de óculos de brinquedo. "Nós os ensinamos primeiro a ver as coisas de sua maneira e depois à maneira do outro", diz Kramer. "Trata-se de um recurso visual que permite transmitir uma idéia abstrata".
"É importante não dizer às crianças que resolvam suas disputas sozinhas¿, afirma Kramer. "Elas precisam estar capacitadas a isso".

Vasculhando a história...

No primeiro livro, a Biblía existem os relatos sobre brigas entre os irmãos, revelando que desde a antiguidade havia esse sentimento. Caim matou Abel porque sentiu inveja e ciúmes do que Abel ofereceu à Deus e por querer que o mesmo fosse inferior a ele. 

Dicas para a família conviver em harmonia:

- Os pais devem estipular desde cedo que os filhos têm que respeitar o espaço dos irmãos, ou seja, aprenderem a dividir.

- Devem ficar atentos também na questão da preferência. O filho caçula e o primogênito não devem ser privilegiados pela família. Isso pode causar traumas irreversíveis de baixa auto-estima.

- Irmãos gêmeos devem ser criados como duas pessoas diferentes. A convivência facilita que os pais identifiquem dificuldades e pontos fortes em cada um e tentem descobrir maneiras em que os dois filhos possam se ajudar mutuamente.


Como lidar com as brigas?

Sexo ainda é tabu no diálogo entre pais e filhos .

Pai e filha em pé de guerra na novela ‘Insensato Coração’.

“Ela é uma menina contemporânea, do século 21, que está buscando os prazeres e os desejos dela”, define a atriz Bruna Linzmeyer, que vive a personagem Leila na novela.

Polêmicas à parte, Bruna, de 18 anos, tem um pouco do jeito da personagem dela. “Acho que nós duas somos muito determinadas e muito inquietas”, analisa.

A prova disso é que há dois anos, ela saiu de casa, no interior de Santa Catarina, aos 16 anos, para ser atriz. A Leila é o primeiro papel dela em uma novela, uma jovem ousada no jeito de se relacionar com os homens. Mas que a atriz defende.“Eu acho que ainda existe um moralismo a ser questionado. É preciso saber que existe um outro lado e que uma menina pode ter prazer com mais que um homem e não necessariamente casar com ele ou ter filhos com ele”.
Para quem é da geração da Bruna, é fácil entender. Para os pais, nem tanto. Na novela, a dificuldade dos pais em lidar com a liberdade sexual dos filhos ficou marcada na cena em que Júlio expulsa Leila de casa. Uma dor que Rafael, de 18 anos, sentiu na vida real.

“Comecei a namorar um menino. A família acabou”, conta.

Dois anos atrás, com 16 anos, Rafael foi expulso de casa. “Eu saí com mala nas costas e na mão, chorando muito”, lembra.

Rafaela, de 19 anos, e Pedro, de 14, têm um bom relacionamento com os pais. Mas quando o assunto é namoro e vida sexual, fica complicado. A mãe de Rafaela acha a filha muito liberal. A mãe de Pedro acha que é cedo para ele começar a namorar.

Mas, afinal, por que está tão difícil para os pais entender a vida amorosa e a sexualidade dos filhos? A terapeuta de família da PUC-Rio Célia Henriques vai ajudar Luciana e as duas filhas e o Pedro e a mãe, Ciça, nesses conflitos.

Luciana explica que o principal conflito com a Rafaela é o fato de a filha sair sempre com rapazes e nunca namorar ninguém.

“Quando me dá vontade, eu saio com quem me interessa, tanto para curtir quanto para ficar”, diz Rafaela. A jovem conta que, assim como a personagem da novela, pode ficar até com três rapazes em uma mesma semana.

“Ela diz que eu sou velha, desatualizada, que hoje em dia é tudo assim. Mas eu queria que ela namorasse legal, fosse ao cinema, jantar”, diz Luciana.

“É preciso estar atento à diferença de gerações. São duas gerações diferentes. Os pais ficam querendo passar um modelo de namoro e relacionamento que não existe mais. Aí surge o conflito. Para resolver, é preciso conversar”, esclarece a terapeuta.

A cabeleireira Ciça diz que faria o mesmo se fosse mãe da Rafaela. “Eu conversaria muito com ela para colocar na cabeça dela que a vida não é assim, ficar com um hoje e outro amanhã”.

“Ela sempre me conta tudo, mas eu ainda não estou feliz com isso”, avisa Luciana.

“O que a Leila mais busca não é que os pais pensem como ela, não é essa a pretensão. É que eles respeitem que ela pense diferente deles”, explica Bruna.

Era também o que Rafael queria quando assumiu a sexualidade.“É muito fácil você amar um filho que é o certinho. Você amar um filho que é excluído, que passa por diversos problemas, é mais difícil”, garante o adolescente. 

Lei seca

No Brasil

No Brasil, apesar da designação comum, não existe a lei seca, mas dispositivos legais que visam coibir o consumo de bebidas alcoólicas em determinadas situações ou períodos.
Um exemplo disso é a restrição de consumo imposta durante a época das eleições. O período de proibição varia de acordo com a legislação de cada estado.
O expediente é usado também por muitas cidades numa tentativa de conter os índices de violência. Geralmente em dias úteis da semana, no período da madrugada, os bares são proibidos de funcionar e o comércio de bebidas, reprimido.


Modificação do Código Nacional de Trânsito

Em19 de junho de 2008 foi aprovada a Lei 11.705, modificando o Código de trânsito Brasileira . Apelidada de "lei seca", proíbe o consumo da quantidade de bebida alcoólica superior a 0,1 mg de álcool por litro de ar expelido no exame do bafômetro (ou 2 dg de álcool por litro de sangue) por condutores de veículos, ficando o condutor transgressor sujeito a pena de multa, a suspensão da carteira de habilitação por 12 meses e até a pena de detenção, dependendo da concentração de álcool por litro de sangue.
Apesar de não ser permitida nenhuma concentração de álcool, existem valores fixos, prevendo casos excepcionais, tais como medicamentos à base de álcool e erro do aparelho que faz o teste. A concentração permitida no Brasil é de 0,2 g de álcool por litro de sangue,ou, 0,1 mg de álcool por litro de ar expelido no exame do bafômetro.
Sob pressão do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em 16 de novembro de 2011, entrou em análise um projeto para endurecer a Lei Seca. O projeto determina que dirigir sob efeito de qualquer nível de álcool passa a ser considerado crime e determina que a prova contra quem se recusar a fazer o bafômetro pode ser feita através de testemunhas, vídeos ou imagens. Na prática, tanto uma pessoa que dirigir após comer um bombom de licor, quanto outra que está, realmente, alcoolizada estarão cometendo um crime.
Atualmente, a falta de fiscalização intensiva faz com que a lei seca não seja respeitada por muitos motoristas. 

domingo, dezembro 04, 2011

A influência da mídia.

      É fato comprovado que a mídia influencia no desenvolvimento do comportamento social do homem pós-moderno. A mídia dita regras, cria ou destrói valores: lança moda, elege candidatos, destitui políticos de seus cargos, condena suspeitos, proporciona a erotização precoce das crianças, leva ao aumento dos índices de violência e criminalidade e induz ao consumo de produtos.
O mundo vive, portanto, rápidas transformações em função da revolução tecnológica. A influência da mídia na sociedade é marcadamente crescente e a busca dos meios de comunicação de massa por popularidade e audiência não tem limites. Em nome do marketing, meios como a publicidade e a propaganda tem levado, muitas vezes, ao enfraquecimento da moral e dos bons costumes tendo em vista o aumento do consumo de produtos.
Antes do aparecimento da mídia, as pessoas se reuniam em praças, esquinas, bares, calçadas para participarem das conversas. As famílias buscavam os valores essenciais na convivência em comunidade. Atualmente, observa-se que valores morais e éticos passaram a ser ditados pelos meios de comunicação de massa, principalmente na programação da televisão aberta. Com isso mudaram-se os costumes e o cotidiano dos lares brasileiros e não se pode desconsiderar que a TV transformou-se num eletrodoméstico adotado não só nos lares mas nas escolas, bares, restaurantes e outros ambientes da sociedade.

 MÍDIA E PODER: PONTOS NEGATIVOS E PONTOS POSITIVOS

     A mídia é um canal que promove informação, educação, conflitos e necessidades influenciando na formação cognitiva, afetivo-sexual e social dos indivíduos. Os meios de comunicação não só influenciam comportamentos individuais, mas transformam a realidade social.
Dentre alguns pontos negativos podemos destacar que a mídia pode induzir a medos e reproduzir fatos conflitivos conforme a conjuntura do momento. Publicitários usam com freqüência imagens com apelos eróticos e sexuais, estabelecendo associações entre sexo, prazer e poder a seus produtos.
A hipervalorização da sexualidade é utilizada como recurso de persuasão, implícito em situações estereotipadas e levam à padronização de necessidades, comportamentos, desejos e fantasias sexuais, ressaltando sentimentos de impotência, insatisfações e baixa auto-estima.
A mídia, por um lado, reproduz e mostra a forma pela qual o sistema sócio-econômico cultural cria necessidades e nutre insatisfações sociais, gerando uma atmosfera favorável ao consumo. Por outro lado, atua como revitalizadora da vida cultural e econômica, atenuando a insegurança quanto aos papéis sociais e a insatisfação pessoal do indivíduo. A exposição excessiva aos meios de comunicação de massa ocasiona aos indivíduos, principalmente crianças e adolescentes, danos físicos, afetivos e emocionais.
Quanto aos aspectos positivos, podemos destacar o uso da mídia com eficácia no desenvolvimento de processos lingüísticos e cognitivos de aprendizagem. Podem ser eficientes instrumentos quando bem utilizados em educação e treinamentos diversos. A Educomunicação promove uma junção entre a mídia, o que aprendemos ou vemos através dos meios de comunicação social, e a realidade dos grupos com que trabalha. Utiliza os meios de comunicação para analisar, aprender, dialogar e re-construir as diferentes realidades. A escola pode ensinar também a brincar e ensinar a pensar é muito importante neste novo conceito de educação. Quando os indivíduos descobrem ferramentas dentro de si para lidar com a realidade, deixam de ser sujeitos passivos, espectadores de suas próprias vidas e dão um salto, aprendem a pensar, a dialogar, a refletir, a analisar e a produzir.

sábado, dezembro 03, 2011

Relações Interpessoais e Sociabilidade

A questão da comunicação entre as pessoas é hoje um aspecto que ganha destaque por sua relevância na qualidade de vida. Não raras vezes, assistimos assustados episódios nos telejornais, expondo situações corriqueiras, próprias do cotidiano , que terminam em ações violentas, chegando, por vezes, às ultimas conseqüências. Do mesmo modo assistimos conflitos que envolvem até os órgãos responsáveis, eles próprios, pela segurança.


Tudo isso vai delineando um formato social preocupante, onde o imediatismo, a intolerância com a dificuldade, seja em que grau for, vão assumindo a tonalidade predominante nas relações pessoais.


Isso nos remete à perguntas essenciais : o que foi que houve com a dádiva da fala? Em que momento deixamos de utilizar recursos, que nos são próprios, para nos comportarmos de modo irracional? Quando foi que a conversa, velha e boa conversa, saiu da pauta de nosso dia a dia deixando um espaço sem regras, dentro da dinâmica social?


Apontar o dedo para a sociedade, tratando-a como “sórdida, falida, hipócrita”; classificando-a severamente como a vilã da história, de nada nos ajudará, uma vez que sociedade é a reunião de pessoas, e portanto, nos inclui definitivamente, tornando-nos elementos integrantes e participativos dentro dela, seja de modo pro ativo ou não. A sociedade, portanto, não é uma “entidade”, um “ser”, mas é a reunião das pessoas, e estas sim, é que determinam as características que a sociedade terá.


Se desejarmos uma sociedade diferente, teremos que mudar as pessoas; a maneira de pensar e sentir, para que se possa alterar a conduta, já que são essas maneiras de ser que determinam o comportamento do ser humano.


Sem dúvida a linguagem é a principal forma de comunicação e transmissão do conhecimento, idéias, crenças e até emoções. Sua expressão no processo do relacionamento social é determinante.


O convívio coletivo garante a saúde do grupo e enriquece, sobremaneira, o indivíduo que se dispõe a dedicar-se na arte da conversa. Seja ela técnica, acadêmica, social, não importa, é a conversa que cria o elo que ativa a “liga” da sociedade.


Quando falamos em comunicação interpessoal, podemos pensar em pontes. Criar pontes entre os corações, me parece uma maneira simples de compreender a questão. Quanto mais pontes criamos, mais opções teremos por onde transitar. Lembrando sempre que cada qual passeia pelas pontes sem aprisionar ninguém em seu “território” e nem abandonar o seu em detrimento do outro. Este ir e vir entre o coração das pessoas é, em verdade, a base do movimento social autêntico. Quando as pessoas convivem dentro deste trânsito parece haver naturalmente harmonia e entendimento. A conversa, é o meio do qual dispomos a nos fazer entender. Possui regras que asseguram um bom desempenho, de modo a facilitar as relações interpessoais.


O primeiro passo para interferirmos na sociedade e instaurar, em definitivo, a harmonia nas relações, é investirmos na comunicação, praticar a arte do diálogo e recuperar a dignidade de nossa espécie, que é a única, entre os animais, apta a compreender e ser compreendido.


Ainda é preciso considerar o poder que as palavras exercem sobre nos. Quando ouvimos um elogio, há um bem estar que nos invade e acaba por influenciar nossas ações. Da mesma maneira, quando ouvimos uma ofensa, reagimos de acordo com ela, e passamos a nos comportar também de acordo. Esse simples exemplo evidencia a importância que as palavras têm no convívio social.


Talvez, a informalidade como se apresenta hoje, onde todos falam tudo para todos, tenha alguma responsabilidade na questão da disseminação da violência na sociedade, em todas as instâncias. Acho pertinente que se reflita sobre esta questão.


Não se pode negar que a palavra exerce poder sobre nos. Bom lembrarmos que além da palavra em si, a forma como ela é pronunciada, a tonalidade que se usa para proferi-la traz reações também próprias, que se manifestam no comportamento. Portanto, a gentileza, docilidade, aspereza, impaciência, enfim, a forma como se fala algo a alguém, traz sempre resultados compatíveis à sua natureza.


Ao construirmos pontes entre os corações das pessoas, há ainda um aspecto importantíssimo. Quando falamos com alguém, devemos fazê-lo olhando nos olhos de nosso interlocutor, de tal modo que ele possa ver as reações de nosso olhar. Diz um dito: o que a boca fala os olhos tem que endossar. Isso é imprescindível. A comunicação interpessoal embora se apóie na linguagem, conta com todos esses elementos constitutivos, que complementam as informações e facilitam que ocorra o entendimento.


Há todo um universo de comunicação entre as pessoas para ser explorado. E quanto mais nos dedicarmos a ele, melhor será a relação entre as pessoas que, na atual conjuntura, parece estar frágil e debilitada, esperando a interferência de todos nós.


Acredito que a paz é alicerçada no entendimento dos Homens, e para tanto, há que se aperfeiçoar a arte de dialogar.


Texto escrito por Priscila de Loureiro Coelho.